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FT Segurança Alimentar Litoral: semana de trabalho termina com interdições e prisões

FT Segurança Alimentar Litoral: semana de trabalho termina com interdições e prisões

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A coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Consumidor e da Ordem Econômica, Caroline Vaz, participou, de 04 a 08 de fevereiro, das operações da primeira semana da Força-Tarefa Segurança Alimentar realizada nas praias do norte do Estado em 2019. A FT integrou as ações realizadas pelo MP no Litoral.

As equipes atuaram na fiscalização de estabelecimentos comerciais de cinco municípios. Os números preliminares finalizados nesta sexta-feira apontam o total de cerca de 9 toneladas de alimentos impróprios ao consumo e 3 mil litros de bebidas alcoólicas sem procedência.

“A intenção é visitar os estabelecimentos comerciais, restaurantes, bares, supermercados, tendas, quiosques, padarias, todos aqueles estabelecimentos que forneçam alimentos para os consumidores, orientando sobre as regras sanitárias, agropecuárias e todas aquelas que interessam a saúde e a vida dos consumidores, já atuando de forma integrada aos demais órgãos de fiscalização”, explicou Caroline Vaz, que ressalta que vários estabelecimentos já se adequaram após fiscalizações em outras temporadas.

A ação foi executada pelos coordenadores do Grupo de Atuação especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco – Segurança Alimentar), Alcindo Luz Bastos da Silva Filho e Mauro Rockenbach, acompanhados do promotor de Justiça Felipe Teixeira Neto. Os promotores de Justiça, Mari Oni Santos da Silva, de Tramandaí, Vinicius de Melo Lima, de Torres, Leonardo Chin e Luziharin Tramontina, de Capão da Canoa também participaram das ações.

IRREGULARIDADES

Os problemas encontrados foram: produtos com prazo de validade vencido, armazenados de forma irregular, embutidos fora da temperatura adequada, balcões com problemas de refrigeração, carnes e bebidas alcoólicas sem procedência, iogurtes e bebidas lácteas sem condições de comercialização e até ovos armazenados no banheiro de um dos estabelecimentos. Insetos dentro de embalagens de alimentos, além de diversos problemas de infraestrutura e falta de higienização também foram encontrados pelos agentes.

ESTABELECIMENTOS FISCALIZADOS

Tramandaí
Dunas Supermercados - interditado totalmente
Panquecaria Plátanos- interditado totalmente
Eloá Peixe - interditado totalmente
Rodobar- interditado totalmente
Supermercado Popular - interdição parcial (padaria, açougue e depósito) e prisão do gerente por reincidência (venda de carne sem procedência)

Magistério
Super Davi - interditado totalmente

Pinhal
Restaurante Gabriela - perfeitas condições. Não houve sequer autuação, pois, segundo os integrantes da FT, o estabelecimento se adequou após a primeira fiscalização realizada em 2016.

Imbé
Mercado Popular - totalmente interditado
Restaurante e Peixaria Cardoso – operando totalmente dentro das regras

Torres
Cantinho do Pescador – Perfeitas Condições. O estabelecimento está funcionando de forma totalmente adequada à legislação.
Espetão na Brasa – interditado
Mariskão – interdição parcial para limpeza e organização
Mercado Brehm – interditado o açougue e a padaria
Pizzaria Panzerotti – interditada

Arroio do Sal
Supermercado Andreazza – Autuado por irregularidades

Itati
Tenda do Chaves - autuada
Tenda Rota do Sol - autuada
Tenda do Dudu - autuada
Tenda 4 Estações - autuada
Tenda Barracão - autuada
Tenda Boca Rica - autuada
Tenda Colonial - autuada
Tenda Beira Rio - autuada
Tenda Witt - autuada

Capão da Canoa
Supermercado Duarte - interditado e responsável preso em flagrante por crime contra as relações de consumo
Supermercado Myiashita - autuado
Restaurante Dallagnol- interditado por alimentos sem procedência
Super Certo - autuado

OPERAÇÃO CONJUNTA

Também atuaram na operação os representantes das Vigilâncias Sanitárias Municipais, Vigilância Sanitária Estadual, Secretaria Estadual da Agricultura, Procon Estadual, Patram e Delegacia do Consumidor da Polícia Civil.