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Cão baleado em Campo Bom: MPRS instaura expediente e apura responsabilidades

Cão baleado em Campo Bom: MPRS instaura expediente e apura responsabilidades

claeidel

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio da Promotoria de Justiça de Campo Bom, instaurou nesta quarta-feira, 28 de janeiro, expediente para acompanhar o caso do cão comunitário atingido por disparos efetuados por um policial militar, na noite de terça-feira, 27, e solicitou informações à Brigada Militar. A BM informou que foi instaurado procedimento no âmbito da Corregedoria.

O MPRS também acompanha a investigação pela Polícia Civil e, desde já, está reunindo provas e notícias veiculadas sobre o caso com o objetivo de responsabilizar cível e criminalmente o autor do fato. A promotora de Justiça de Campo Bom, Ivanda Grapiglia Valiati, afirma que, conforme o andamento das apurações, não está descartada a propositura de ação cível de indenização contra o Estado do Rio Grande do Sul por dano moral coletivo e dano ambiental.

O Ministério Público seguirá acompanhando o caso e adotará as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições legais.

Entenda o caso

Na noite de terça-feira, 27 de janeiro, um policial militar efetuou disparos contra um cão em Campo Bom, no Vale do Sinos, resultando em ferimentos nas patas traseiras. O resgate do animal foi realizado por integrantes da ONG Campo Bom pra Cachorro, que atuaram no atendimento do cão após o ocorrido.

Como parte do acompanhamento do caso, está agendada para esta sexta-feira, 30, reunião do Ministério Público com representantes da ONG Campo Bom pra Cachorro para tratar do assunto.



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