MPRS amplia rede de apoio a mulheres em situação de violência com novas parcerias
Com o objetivo de fortalecer a rede de proteção e acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) firmou três termos de cooperação por meio da Central de Acolhimento às Vítimas - Espaço Bem-Me-Quer. As parcerias foram formalizadas com a Associação Viva Mulher, a Faculdade Brasileira de Inovação (FABIN) e o Instituto Vakinha, ampliando a oferta de atendimento psicológico, qualificação profissional e ações voltadas à autonomia econômica das vítimas.
Para a coordenadora da Central de Acolhimento às Vítimas, Carla Carrion Frós, as novas parcerias representam um importante avanço: “a ampliação das parcerias com instituições comprometidas com o acolhimento e a promoção da saúde mental das vítimas fortalece a rede de proteção e oferece mais oportunidades para que essas mulheres reconstruam suas vidas com autonomia, segurança e dignidade. Trata-se de mais um importante mecanismo de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar”, destacou.
O termo com a Associação Viva Mulher prevê atendimento psicológico especializado, individual ou em grupo, além da realização de oficinas profissionalizantes voltadas ao fortalecimento emocional e à autonomia das mulheres atendidas. O documento foi assinado na quinta-feira, 1°de outubro, pela presidente da entidade, Sandra Chaves de Albuquerque.
Já a parceria com a FABIN foi assinada no mesmo dia pelo representante da instituição, Marcelo Guimarães, e possibilitará a oferta de atendimento psicoterápico por meio do Serviço-Escola de Psicologia da faculdade. Os atendimentos serão realizados por estudantes do curso de Psicologia, sempre com supervisão docente e clínica, podendo ocorrer de forma presencial ou remota.
O terceiro acordo foi firmado com o Instituto Vakinha nesta segunda-feira, 5 de outubro, e prevê a implementação de ações integradas voltadas ao acolhimento, à orientação, à qualificação profissional, à educação financeira, ao empreendedorismo, à empregabilidade, à inclusão produtiva e ao fortalecimento da autonomia econômica de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Por meio da iniciativa, serão ofertados cursos, oficinas, capacitações, mentorias, atividades de desenvolvimento pessoal e outras ações gratuitas voltadas à reconstrução da autonomia das participantes, incluindo encaminhamentos para o projeto Mulheres Transformam e demais programas do instituto. O termo foi assinado pela vice-presidente do Instituto Vakinha, Renata Hofmann Fehlauer.
