MPRS adere ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial como apoiador institucional
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) foi o primeiro do Brasil a firmar adesão, por meio do Centro de Apoio Operacional Cível e do Patrimônio Público, como apoiador institucional, do Pacto Brasil pela Integridade Empresarial. Coordenado pela Controladoria-Geral da União (CGU), o programa, de âmbito nacional, visa à união dos setores público e privado em uma frente sólida contra a corrupção, estimulando a adoção de práticas de integridade, conformidade (compliance) e responsabilidade social no ambiente corporativo.
O Pacto Brasil consiste em uma plataforma de compromissos voluntários em que as empresas participantes assumem publicamente a responsabilidade de implementar e aprimorar seus mecanismos de governança e ética. A iniciativa reconhece e valoriza o papel crucial da integridade empresarial para a construção de um mercado mais justo e transparente. Como apoiador institucional, o MPRS assumiu o objetivo estratégico de difundir essa cultura em nosso Estado, atuando não apenas na repressão aos atos ilícitos, mas também na vanguarda da prevenção e do fomento às boas práticas organizacionais.
“Sabe-se que o combate à corrupção e a proteção ao patrimônio público são mais eficientes quando há atuação preventiva dos entes envolvidos. O MPRS, ao incentivar as empresas gaúchas a aderirem ao Pacto Brasil, induz a uma mudança de paradigma na seara privada, em que a integridade deixa de ser apenas um dever legal e passa a ser um diferencial competitivo para as empresas, além de um valor intrínseco aos negócios. Empresas íntegras geram relações de mercado mais saudáveis e reduzem drasticamente os riscos de fraudes em contratações públicas e parcerias com o Estado”, destaca o coordenador do Centro de Apoio, Cassiano Cardoso.
“Disseminar o Pacto Brasil e incentivar a adesão da iniciativa privada nos Municípios e no Estado é um passo fundamental para consolidarmos uma rede de integridade que proteja, de forma ampla e eficiente, os recursos e os direitos de toda a sociedade gaúcha”, afirma, ainda, o promotor de Justiça.
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