Canoas: MPRS reafirma convicção sobre condenação de acusada e segue atuando firme para júri sobre morte de fotógrafo
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) reforça a gravidade do crime que vitimou o fotógrafo José Gustavo Bertuol Gargioni em Canoas, no ano de 2015, e reitera sua convicção quanto à responsabilidade da ré no júri que irá ocorrer na próxima terça-feira, 10 de março, no Fórum do município. Além disso, a instituição mantém atuação firme para assegurar que o caso receba a devida resposta judicial.
A acusada será julgada novamente, a pedido do MPRS, após a anulação do julgamento realizado em 2023, cuja decisão foi considerada contrária às provas e a ré foi absolvida. Além disso, o júri iria ocorrer no dia 3 deste mês, mas foi transferido a pedido do Poder Judiciário. No novo julgamento, em que atuarão as promotoras de Justiça Daniela Fistarol e Rafaela Hias Moreira Huergo, o MPRS sustenta a manutenção das qualificadoras — motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa — e reforça que o conjunto probatório permanece íntegro, apontando a ré como principal articuladora da emboscada que levou à morte da vítima.
“Na próxima terça-feira, irá ocorrer o julgamento da corré responsável por matar José Gustavo Bertuol Gargioni, um rapaz muito amado pela família, pela comunidade de Canoas, amigos e colegas de profissão. Foi um crime extremamente brutal e, infelizmente, no julgamento anterior, essa ré acabou absolvida. Após recurso do MPRS, aquele julgamento foi anulado. Agora, submetida a novo júri, vamos atuar de forma muito determinada para que ela seja condenada e responsabilizada por esse crime que abalou a todos — a comunidade e especialmente a família”, afirmou a promotora Daniela Fistarol.
