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Porto Alegre: MPRS discute atuação conjunta para combater furto de cabos de energia elétrica

Porto Alegre: MPRS discute atuação conjunta para combater furto de cabos de energia elétrica

claeidel

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) recebeu, nesta quinta-feira, 29 de janeiro, em Porto Alegre, autoridades da segurança pública para tratar do furto de cabos de energia elétrica na cidade, prática criminosa que vem se intensificando e provocando quedas no fornecimento de luz, prejuízos econômicos e riscos gerais à população. No encontro, foi defendida a integração entre as instituições e o diálogo com o Poder Judiciário, além do anúncio de uma apuração inicial sobre o tema pelo Centro de Apoio Operacional Criminal e de Acolhimento às Vítimas (CAOCRIM).

Realizada na sede do MPRS, no Bairro Praia de Belas, a reunião foi conduzida pela subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Isabel Guarise Barrios, e contou com a presença do secretário de Segurança de Porto Alegre, Alexandre Augusto Aragon, e dos delegados de polícia Rodrigo Bozzetto e Luis Firmino. Durante o encontro, foram apresentados dados que demonstram a gravidade do cenário, especialmente os impactos do crime — impulsionado pela valorização do cobre — sobre serviços essenciais, a iluminação pública e a segurança urbana.

Ao longo das discussões, os participantes destacaram à subprocuradora-geral a necessidade de uma atuação articulada e permanente entre os órgãos de persecução penal, bem como de uma estratégia institucional voltada ao diálogo com o Poder Judiciário, com o objetivo de ampliar a sensibilização quanto aos danos coletivos gerados por essas ações criminosas.

Ao final, Isabel Guarise Barrios reafirmou o compromisso do MPRS com o enfrentamento do problema e informou que o CAOCRIM reunirá subsídios para orientar futuras medidas. “O problema não é novo, mas os números trazidos pelos delegados e a preocupação do secretário demonstram que há uma crescente nas ocorrências. O grave impacto social destas ações efetivamente demanda que tomemos providências mais drásticas e uma atuação conjunta, pois isoladamente as instituições não estão logrando êxito em dar a resposta que a sociedade espera”, afirmou a subprocuradora-geral.



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