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Caso Herick: MPRS não ratifica pedido de arquivamento do inquérito policial e recebe familiares da vítima

Caso Herick: MPRS não ratifica pedido de arquivamento do inquérito policial e recebe familiares da vítima

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Nesta quinta-feira, 15 de janeiro, o procurador-geral de Justiça, Alexandre Saltz, decidiu não ratificar o pedido de arquivamento do inquérito policial que apura a morte de Herick Cristian da Silva Vargas, 29 anos, baleado durante um surto em 15 de setembro de 2025, no Bairro Parque Santa Fé, em Porto Alegre. O caso segue agora para a Vara do Júri da Capital, onde outro promotor de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) passará a atuar na apuração dos fatos.

ATENDIMENTO A FAMILIARES

Antes mesmo de ser protocolada na Justiça, a medida foi comunicada nesta quinta-feira em primeira mão aos familiares de Herick pelo próprio procurador-geral de Justiça e pela coordenadora da Central de Atendimento às Vítimas de Porto Alegre, promotora de Justiça Carla Frós. O objetivo foi garantir todos os esclarecimentos públicos sobre as providências do MPRS. Além disso, durante o acolhimento aos parentes da vítima, a instituição se colocou à disposição para todo tipo de atendimento possível, como por exemplo, acompanhamento psicológico.

ENTENDA O CASO

Em dezembro de 2025, o promotor de Justiça responsável pelo caso – na época – concluiu que os policiais militares envolvidos agiram em legítima defesa, com base em análises da Polícia Civil e da Corregedoria da Brigada Militar, que identificaram tentativas de conter Herick com arma de choque e o uso de quatro disparos após ele avançar contra os agentes. O pedido do MPRS foi encaminhado ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), que, na semana passada, não homologou o arquivamento e determinou que fosse revisto.

Com isso, o procurador-geral de Justiça não ratificou o pedido de arquivamento apresentado inicialmente. Dessa forma, o caso retornará à tramitação na Vara do Júri, cabendo a um novo promotor decidir se mantém a defesa da legítima atividade policial, solicita novas diligências ou apresenta denúncia à Justiça.



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